A Juventude Popular apresentou argumentos contra a existência do Salário Mínimo Nacional e o Daniel Oliveira discordou sem qualquer contra-argumento (links via Blasfémias).
Suponho que socialistas não necessitam de argumentar. Têm do seu lado a irracionalidade emocional dos eleitores…
Leitura complementar: “Directores financeiros usam calculadoras!”
Adenda: Vital Moreira atemoriza os leitores com os perigos da liberdade contratual; custa-lhe perceber que a subida dos salários e/ou redução do horário de trabalho são consequência de ganhos de produtividade e não do “Direito do Trabalho”…
[...] defende a existência do Salário Mínimo Nacional (SMN) deveria usar o que Poirot designa de [...]
Pingback por O Insurgente » Blog Archive » Razão vs Emoção (2) — Dezembro 19, 2007 @ 2:17 am
«Custa-lhe perceber que a subida dos salários e/ou redução do horário de trabalho são consequência de ganhos de produtividade e não do “Direito do Trabalho”…»
Não, BZ. A si é que lhe custa a perceber que é exactamente ao contrário. Por mais que a produtividade aumente, os salários nunca subirão e os horários de trabalho nunca serão reduzidos a menos que a relação política de forças a isso obrigue.
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 10:29 am
“Por mais que a produtividade aumente, os salários nunca subirão e os horários de trabalho nunca serão reduzidos a menos que a relação política de forças a isso obrigue.”
Significa isso que a maioria dos portugueses que recebe um salário acima do SMN tem fortes relações políticas???
Comentário por BZ — Dezembro 19, 2007 @ 2:38 pm
Não, não significa que têm fortes relações políticas. Significa que têm a medida exacta de poder negocial para ganharem o que ganham.
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 8:11 pm
«custa-lhe perceber que a subida dos salários e/ou redução do horário de trabalho são consequência de ganhos de produtividade e não do “Direito do Trabalho”»
Esquecem-se sempre de um pormenor: a distribuição dos ganhos da produtividade. Ela não é igualmente equitativa em todos os países.
Comentário por Daniel Oliveira — Dezembro 20, 2007 @ 1:55 am
relação política de forças = fortes relações políticas
A desonestidade Intelectual que por aqui vai…
Pobre país o nosso!
Comentário por Jesus — Dezembro 20, 2007 @ 12:48 pm
[...] defender por exemplo o fim do salário mínimo (que, já agora, nenhum partido defende, apenas na Juventude Popular se discutiu tal medida), não quer dizer que se acha bem o pagamento de determinado salário baixo [...]
Pingback por É como Frei Tomás… « O Insurgente — Outubro 1, 2008 @ 12:04 am