Dezembro 19, 2007
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| A. R no Steuerzahlen macht frei | |
| Bargeld no Holly shit!! | |
| Tenham mesmo medo … no Tenham medo | |
| Steuerzahlen macht f… no Steuerzahlen macht Frei* | |
| Steuerzahlen macht f… no Steuerzahlen macht Frei |
E quem defende o direito a férias porque não defende férias de seis meses?
E quem defende 40 horas de trabalho semanal porque não defende cinco horas de trabalho semanal?
E quem defende cinco dias de trabalho semanal porque não defende apenas um?
Vamos por então as “pequenas células cinzentas” a funcionar.
Isto há cada argumento.
Comentário por Daniel Oliveira — Dezembro 19, 2007 @ 2:51 am
[...] cinco dias de trabalho semanal porque não defende apenas um? Daniel Oliveira, em comentário a este post. Não posso falar em nome da Juventude Popular, mas nada que o Daniel refere deveria, a meu ver, [...]
Pingback por À Vontade do Freguês :: Argumentos? :: December :: 2007 — Dezembro 19, 2007 @ 9:00 am
[...] Quem defende a existência do Salário Mínimo Nacional (SMN) deveria usar o que Poirot design…BZ N’O Insurgente Autor: MS [...]
Pingback por Cortar a Direito :: A Juventude Popular tem razão :: December :: 2007 — Dezembro 19, 2007 @ 9:22 am
Em 2007, dados os avanços tecnológicos verificados nas últimas décadas, até seria defensável que houvesse férias de seis meses e semanas de trabalho de cinco horas. Não digo que pudessem ser exactamente estes os números, mas que se podia trabalhar muito menos, lá isso podia…
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 10:15 am
Sr. Sarmento,
Não o querendo incomodar muito com os meus “gritos de alma” vindos do alto dos “píncaros académicos” de onde observo o mundo, recordo-lhe que a mui socialmente avaçada França reduziu há uns tempos atrás, o tempo da semana de trabalho.
Não querendo parecer condescendente, deixo-lhe a si a possibilidade de investigar os efeitos (mais que esperados, acrescento) dessa luminosa ideia.
Comentário por LA — Dezembro 19, 2007 @ 10:35 am
Estes humanitários querem impedir alguém de trabalhar.
Fazer o bem salvando as pessoas de si mesmo. E depois como legalizar as drogas?
Vamos imaginar uma mercearia no interior do pais?
Alguém julga (para alem de lisboetas) que o dono pode oferecer o salario minimo a um ajudante/aprendiz?
E aquelas pessaos que por infortunio são mesmo muito pouco produtivas mas ainda sim poderão ter a dignidade de ter um trabalho pago (em vez de um subsidio qualquer)?
E como pode uma pessoa com muito pouca formação ou com caracteristicas muito arriscadas para o empregador (consumiroderes ou ex-cons de droga, com cadastro, etc) ganhar acesso ao mercado de trabalho? Querem logo excluir á partida essas pessoas de comprarem o seu acesso ao mercado de trabalho?
Estes humanistas… o humanismo à custa de impedir as pessoas de fazerem aquilo que querem é sempre um tirano da pior espécie: O tirano que dorme tranquilo consigo próprio.
Comentário por CN — Dezembro 19, 2007 @ 10:38 am
Os efeitos já estão mais que investigados: uma das produtividades mais altas do mundo.
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 11:02 am
Se o dono da mercearia de província não pode pagar um salário decente, o ajudante/aprendiz acaba por emigrar para Lisboa ou para a Suíça. Então o dono da mercearia, das duas, uma: ou fecha o estabelecimento e emigra também, ou contrata o idiota da aldeia para o ajudar. Em ambos os casos a aldeia fica a perder, e Lisboa (ou a Suíça) fica a ganhar.
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 11:11 am
José Luiz Sarmento
POrque é que a sua opinião e visão do mundo se tem de traduzir em pôr a policia à procura de pessoas que querem trabalhar ainda que você lhes pretenda provar que não o devem fazer?
POdia ser assim:
Voc~e e outros faziam um papel com os seus argumentos, e que seria obrigatoriamente mostrado aos próprios que pretendem trabalhar. Se focarem convencidos tudo bem, se não ficarem você escusa de mandar a policia para os impedir de fazerem uma coisa que pretendem fazer de livre vontade.
Pode ser?
Comentário por CN — Dezembro 19, 2007 @ 12:31 pm
CN
Porque é que a sua opinião e visão do mundo se tem de traduzir em pôr a policia à procura de pessoas que não querem trabalhar de graça ainda que você lhes pretenda provar que o devem fazer?
Podia ser assim:
Você e outros faziam um papel com os seus argumentos, e que seria obrigatoriamente mostrado aos próprios que não pretendem trabalhar de graça. Se ficarem convencidos, tudo bem, se não ficarem você escusa de mandar a policia para os obrigar a fazer uma coisa que de livre vontade nunca fariam.
Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 19, 2007 @ 7:56 pm
José Luiz Sarmento:
“Os efeitos [da redução nas horas semanais de trabalho na França] já estão mais que investigados: uma das produtividades mais altas do mundo.”
Pois, mas a produtividade é calculada com base na população activa. Outro efeito foi o aumento do desemprego, principalmente dos mais jovens!
Comentário por BZ — Dezembro 20, 2007 @ 12:35 pm