O Insurgente

Dezembro 17, 2007

Milho, etanol e globalização

Arquivado como: Ambiente, Economia, Internacional, Política — André Azevedo Alves @ 10:09 pm

Cara ou coroa. Por Ana Margarida Craveiro.

A semana passada, o Economist explicava como a produção mundial de milho é insuficiente para as actuais necessidades. Aparentemente, temos uma escolha difícil pela frente: ou produzimos etanol, ou damos de comer a quem tem fome. Ou seja: ou salvamos o planeta, pelo uso de combustíveis verdes, ou negamos o cereal a quem, pela maldita globalização, finalmente tem dinheiro para o comprar.

1 Comentário »

  1. Nem todos os combustíveis verdes têm que ser o etanol, nem todo o etanol tem que ser produzido a partir do milho. Por outro lado, a produção de combustíveis a partir do milho, da beterraba ou da cana do açúcar pode muito bem levar a que algumas pessoas, que hoje passam fome, possam amanhã comprar trigo, leite, ovos e carne.

    Sabe, Ana Margarida, os problemas complicados não se resolvem com dicotomias artificiais e simplistas. Às vezes é possível e preciso encontrar as soluções óptimas com base num grande número de variáveis.

    Comentário por José Luiz Sarmento — Dezembro 18, 2007 @ 1:28 am

RSS feed para os comentários desta entrada. TrackBack URI

Deixe um comentário

Blog em WordPress.com.