O Insurgente

Outubro 25, 2007

Maus hábitos

Arquivado como: Comentário, Educação, Política, Portugal — André Azevedo Alves @ 1:03 am

birthof-the-cool024.jpgEm relação a este meu post, e para evitar mal entendidos, esclareço que a referência à falta de carácter de Daniel Oliveira se deve à conduta do bloquista em vários episódios devidamente referenciados por links nesse (e neste) post e não ao facto de ter ideias de extrema-esquerda (como demonstra - por exemplo - o Miguel Madeira, é perfeitamente possível ser de extrema-esquerda sem recorrer sistematicamente a intrujices rasteiras).

É pela conduta demonstrada - e não pela ideologia, por mais extremista que esta possa ser - que se deve aferir o carácter. E há falhas de carácter que nalgumas circunstâncias é importante relembrar e assinalar. Aliás, tal como as de postura.

Leitura complementar: Mal habituado (2); Os métodos bloquistas de sempre; Há desvios e desvios…; Um bloquista no meio da lama; Daniel Oliveira insulta os monárquicos militantes; Dirigente bloquista insulta os madeirenses; A extrema-esquerda portuguesa e o apoio ao castro-comunismo de Chávez; A violência “anti-fascista e anti-capitalista” e o Bloco de Esquerda (2); Sociologia dos extremos políticos.

7 Comentários »

  1. As suas permanentes avaliações de carácter são absolutamente irrelevantes e dizem mais sobre o seu do que sobre os demais.

    Comentário por Daniel Oliveira — Outubro 25, 2007 @ 3:04 am

  2. Sobre o post só tenho uma coisa a dizer: olha quem fala.

    Comentário por Pedro Sá — Outubro 25, 2007 @ 9:22 am

  3. AAA,

    É uma pena que Daniel Oliveira se deixe “arrastar” pela tradição da extrema-esquerda portuguesa de gritar e chamar nomes aos que ousam discordar.

    Comentário por Manuel Henriques — Outubro 25, 2007 @ 7:42 pm

  4. “As suas permanentes avaliações de carácter são absolutamente irrelevantes”

    Sendo assim, não percebo a razão de ser do comentário…

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 25, 2007 @ 8:55 pm

  5. “É uma pena que Daniel Oliveira se deixe “arrastar” pela tradição da extrema-esquerda portuguesa de gritar e chamar nomes aos que ousam discordar.”

    Caro Manuel,

    Sem dúvida. Mas por muito reprovável que seja a conduta, devemos acreditar que há esperança para todos, mesmo para alguém como o Daniel Oliveira.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 25, 2007 @ 8:57 pm

  6. Sem dúvida, é uma pena que eu, no meu «apreço pela mais rasteira intrujice», na minha «sede de poder», sendo «lixo» (num dos links) e na minha evidente falta de carácter me deixe “arrastar” pela tradição da extrema-esquerda portuguesa de gritar e chamar nomes aos que ousam discordar.

    Eu já perdi a conta das vezes que o senhor me insultou aqui. É obsessão que começa a mostrar-se preocupante. Chamem-me de extrema-esquerda, radical, o que quiser. Faça avaliações de do meu caracter em doses diárias. Está no seu direito. Mas se aceita um conselho, procure ajuda. Não me conhece, eu não o conheço e isto começa a ficar um pouco ridículo.

    Comentário por Daniel Oliveira — Outubro 26, 2007 @ 3:40 am

  7. Esse tal de Daniel Oliveira é mediocre: porque é estúpido e, portanto, incapaz de aprender; e porque é ignorante e, portanto, não sabe o que diz.
    A relação entre a esquerda e a mediocridade não é dificil de explicar: a ciência moderna ao provocar a industrialização, permitiu o aumento e sobrevivência de milhões de pessoas que, sem ela, teriam morrido. Até ao advento da ciência moderna os socialistas eram quantitativamente menos. Com a ciência moderna o seu peso torna-se quase esmagador.
    E é a ciência moderna com os modos de vida que provocou, que alimenta a proliferação e a permanência do esquerdismo. A mecanização da Natureza de Descartes provocou a incapacidade e degenerescência da espécie humana de que o sr. Daniel Oliveira é um bom exemplo.
    Importante é combater a ciência moderna para que a população mundial volte à sua natural relação entre qualidade e quantidade e, enquanto isso não acontece, o melhor é dar cabo dessa canalha antes que eles dêm cabo de mais de dois mil anos de civilização.
    (Ver a peça de teatro de E. Ionesco “Este formidável Bordel” que defende que a degenerescência do Ocidente se deve ao aumento da população.)

    Comentário por Luís Barata — Outubro 26, 2007 @ 4:10 pm

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