Antes um branqueamento. Por Tiago Mendes.
O texto de hoje de Ricardo Costa é surpreendente e lamentável. Também apreciável - pelo que tem de sincero e corajoso. Sem querer julgar o autor (difícil), vemos neste artigo uma postura comum entre nós portugueses. Admitimos que Che foi um assassino, que desprezava a vida dos que se opunham aos seus desejos e ideais, mas contrapomos que ele era um “sonhador”, um “romântico”, um “aventureiro”, um “empreendedor” - tudo coisas que contribuiram para que ele se tornasse um ”ícone único e fantástico”.
Ricardo Costa e’ um Soarista parvinho, com cerebro de amendoim.
E e’ este tipo director de (des)informacao da SIC!! O pais esta’ bem entregue nao haja duvida.
Comentário por Carlos Carvalho — Outubro 12, 2007 @ 9:49 pm
Hitler também era isso tudo.
Comentário por lucklucky — Outubro 12, 2007 @ 11:22 pm
Mussolini também
e os Maoístas
e Bin Laden
Comentário por lucklucky — Outubro 12, 2007 @ 11:23 pm
Por isso é que o Che é o Che e o Bush é o Bush e nunca vai ser um “Che”. O Bush quer por consequência directa ou indirecta das suas acções é, também ele, um assassino. Mas «um “sonhador”, um “romântico”, um “aventureiro”, um “empreendedor”»? Quanto muito é o presidente norte-americano mais idiota de sempre.
Comentário por Jam — Outubro 13, 2007 @ 12:47 am