Pela minha parte, não só não me sinto nada comprometido, como desejo que as boas causas - como esta - tenham o maior número possível de aderentes.
Quem eu realmente gostaria que se sentisse comprometido com o desbloqueamento efectivo da situação de captura corporativa da medicina (e, já agora, das farmácias, para não sair do sector da saúde) era o governo do PS. Também não era má ideia que PSD e CDS defendessem publicamente medidas nesse sentido, mas nos tempos que correm as minhas expectativas relativamente a esses dois partidos são francamente baixas, pelo que não conto ter surpresas positivas no domínio do combate ao corporativismo.