O Insurgente

Outubro 22, 2006

Não pactuar com a bestialidade da “praxe académica”

Arquivado como: Diversos, Portugal — André Azevedo Alves @ 6:31 pm

Concordo neste caso com Vital Moreira: a Universidade de Aveiro prepara-se, aparentemente, para dar um exemplo que deveria ser seguido por todas as Universidades.

4 Comentários »

  1. A praxe é uma prática cultural única, que se tiver regras (ou se for regulada - termo que penso que prefere)é uma maneira muito boa de promover a socilaização entre colegas. Isto é, não se manda acabar; manda-se regular! A praxe não é obrigatória e eu também não concordo com abusos.

    Comentário por HJesus — Outubro 22, 2006 @ 7:17 pm

  2. Caro HJesus,

    a praxe é uma bestialidade, uma estupidez e não serve para nada que não possa ser feito por outros meios. Aos apologistas da dita aconselhar-lhes-ia o voluntariado na Escola Prática de Infantaria em Mafra. Ou no CIOE em Lamego.

    Comentário por helder — Outubro 22, 2006 @ 11:06 pm

  3. [...] André Azevedo Alves, concorda com Vital Moreira que as praxes académicas deviam ser proibidas, não dizendo porquê. Hélder, também co-autor no Insurgente, explica que a praxe «é uma bestialidade, uma estupidez e não serve para nada». [...]

    Pingback por À Vontade do Freguês :: Proibir, porquê? :: October :: 2006 — Outubro 23, 2006 @ 11:56 am

  4. Penso que nem é necessário explicar por que devem ser proíbidas as praxes. Está à vista.
    Mas explico aos interessados em poucas palavras: VIOLÊNCIA ESTÚPIDA e GRATUITA,HUMILHAÇÃO, REBAIXAMENTO da PESSOA etc.
    Tenho uma filha no 5º ano que nunca aceitou esses “rituais” cretinos (poupou-me a compra da capa e do resto). Sempre me disse que nunca foi importunada grandemente por tal facto. Espero mesmo que não.

    Comentário por António Azevedo — Maio 28, 2007 @ 12:42 am

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