España impondrá también dos años de restricciones a la libre circulación de trabajadores de Rumanía y Bulgaria a partir del próximo 1 de enero de 2007, cuando ambos países ingresen en la Unión Europea.
No ABC.
España impondrá también dos años de restricciones a la libre circulación de trabajadores de Rumanía y Bulgaria a partir del próximo 1 de enero de 2007, cuando ambos países ingresen en la Unión Europea.
No ABC.
Nem todos são iguais. E o mundo permanece em silêncio. Perceba porquê. Um verdadeiro serviço público de Nuno Guerreiro Josué. Na excelente Rua da Judiaria.
RR:
Há fortes possibilidades da Autoeuropa vir a produzir o novo modelo de carrinha que sucede à Sharan. O acordo laboral obtido no passado dia 18 foi decisivo.
A noticia (…) foi transmitida à Comissão de Trabalhadores (CT) pelo próprio presidente do grupo Volkswagen, Wolfgang Bernhard.(…)
O texto, hoje revelado pela CT, diz ainda que os colaboradores da Autoeuropa provaram, mais uma vez, que estão preparados para lutar pelo seu futuro, fazendo inclusive algumas concessões.
Lembram-se da sindicalista que dizia não ter receio de comprometer a produção de outra empresa?
Nota: a partir de hoje passo a publicar uma coluna semanal insurgente com o título em epígrafe; a escolha do nome é, sobretudo, uma homenagem a Alfred Hitchcock (que realizou o filme com o mesmo título) e a Frédéric Bastiat (que, em 1850, descreveu a falácia da janela quebrada para exemplificar a importância dos custos de oportunidade).
Na próxima sexta-feira, 3 de Novembro, o jogo de apostas Euromilhões vai sortear um primeiro prémio estimado em 131 milhões de euros. Até lá, milhares de apostadores de nove países europeus (Portugal incluído) vão continuar a imaginar como gastariam tal quantia, caso fossem o vencedor: nova casa, novo carro, volta ao mundo, os melhores restaurantes, reforma antecipada, um novo futuro…
Mas, considerando as probabilidades inerentes ao referido concurso, quem nele aposta só mesmo em sonhos terá acesso ao multimilionário estilo de vida desejado. Contudo, dado tratar-se de um prémio astronomicamente(!) alto, qualquer evidência estatística é, desde logo, “esquecida”. Tudo em nome da ínfima possibilidade do quase impossível acontecer!
E, no entanto, é curioso verificar que, para uma grande maioria das pessoas, aquela capacidade imaginativa para criar cenários “alternativos” rapidamente desvanece quando se trata de equacionar os benefícios de um Estado com menor peso na economia e, consequentemente, maior liberdade para os cidadãos que, supostamente, deveria servir.

George Allen
Seis anos depois de ter entrado no Senado, após uma longa carreira na Casa dos Representantes e como Governador do Estado da Virgínia, George Allen tem sido apontado como um dos preferidos dos republicanos para a eleição presidencial de 2008. Acusações de ser racista, por ter alegadamente utilizado a expressão ‘macaca’ referindo-se a um apoiante de James Webb, seu adversário na corrida ao Senado e por ter escondido as suas origens judaicas, estão-lhe a dar sérias dores de cabeça nesta reeleição que, à partida, parecia ganha. As últimas sondagens já dão a vitória a Webb. Pode ser o fim de Allen, mas se este ganhar por uma curta margem, bem pode ser o lançamento para um mais alto voo.
‘post’ corrigido.
Domingo passado, a SIC transmitiu uma reportagem de estudantes que, para estudarem medicina foram para a República Checa. Como eles há muitos outros à procura do seu futuro fora daqui. O Estado tomou conta do país e obriga portugueses a sair de cá, caso queiram um futuro promissor. Em Portugal, os cidadãos tornaram-se o ‘elo mais fraco’. A porta da rua é a única saída.
Quando se fala em cortar os subsídios do Estado à cultura, de imediato surgem personagens que protestam, alegando ser necessário ‘formar públicos’. A educação está controlada por uns poucos que guardam consigo inúmeros privilégios que consideram inalienáveis. A função pública entrincheirou-se atrás dos seus sindicatos e prepara greves para breve. Parece que ter emprego certo para o resto da vida já não serve. Querem também ver subir o seu poder de compra. O professor Rui Ramos, há tempos, num artigo publicado no jornal Público, falava em ‘nacionalizar o Estado’. Necessitamos bem mais que isso. É preciso estilhaçar o monstro em que se transformou o Estado socialista. Descentralizá-lo, retirar-lhe o poder e devolvê-lo aos cidadãos.
European Commission president Jose Manuel Barroso has appointed Romania’s EU negotiator Leonard Orban to join his 27-strong team next January as a new commissioner for multilingualism - the EU’s activities in support of European languages.
[fonte: EU Observer]
“Ainda os preços da electricidade” de Franquelim Alves no Jornal de Negócios.
Mais uma sondagem (desta feita da Marktest) a dar a vitória ao sim no referendo sobre a despenalização do aborto. Até aqui nada de novo. O que estranhei (embora sem acesso directo aos resultados da sondagem) foi a divisão entre apoiantes dos dois lados.
Não é suposto que quem vota sim o faça porque se pretende acabar com um flagelo social que afecta principalmente as mulheres economicamente menos favorecidas, pondo em risco a sua saúde ao recorrerem a abortos realizados em condições médicas precárias? E que para além disso as mulheres são donas dos seus próprios corpos? Então alguém me pode explicar o seguinte, se faz favor?
São sobretudo os homens, os mais jovens e os de classe média-alta os mais favoráveis à interrupção voluntária da gravidez a pedido da mulher, nas dez primeiras semanas de gestação em estabelecimento de saúde devidamente autorizado.
Em contrapartida, as mulheres, os mais idosos e os de classe baixa são os mais reticentes nesta matéria.
Parece que na próxima semana segunda, quarta e sexta vai haver metro em Lisboa todo o dia!
(partido da oposição) acusa (partido do governo) de ‘governamentalizar’ RTP.
Se pretendem, realmente, resolver a questão proponham a sua privatização. Caso contrário fico com a impressão que apenas lamentam a perda de influência na RTP.

Vulcano inteligente -Liga e desliga na torneira (inteligente).

Escape Hybrid is an extremely clean vehicle to operate, producing 97 percent less hydrocarbon and oxides of nitrogen emissions than vehicles that meet today’s nationwide Tier I emissions standard. That’s clean enough to qualify the 2005 Escape Hybrid for the stringent Advanced Technology Partial Zero Emissions Vehicle (AT-PZEV) standards.
The 2004 Prius emissions are 90 percent less than a conventional car, and 30 percent less than the 2003 Prius. Emissions of carbon dioxide, a gas many scientists fear is warming Earth, are about half those of traditional cars.

The hard truth is that if you are a genuine political conservative, you don’t have a party. The Democrats are practically socialists; the Republicans are closer to corporate fascists. Neither one offers conservatives anything but rhetoric.
(…)
It wouldn’t be a bad idea for people to sit down with a pencil and paper and list what they actually believe. Clarifying their own political philosophy might make them less susceptible to the demagoguery and political propaganda that characterize our present age.
[Charley Reese, no LRC]
Police in the western Michigan community of Wyoming entered two classrooms at Lee Middle and High School on Thursday and announced there was a threat to the school, The Grand Rapids Press reported.
Students, who were unaware police were conducting a drill, were taken from the classroom into the halls, patted down by officers and asked what they had in their pockets, the newspaper said.
“Some of these kids were so scared, they just about wet their pants,” said Marge Bradshaw, a parent with four children in Godfrey-Lee Schools. “I think it’s pure wrong that the students and parents were not informed of this.”
Officers wore protective gear, including vests and helmets, and carried rifles that were unloaded and marked with colored tape to indicate they were not live weapons, the newspaper said.
[Yahoo! News, via Digg]
O primeiro-ministro, José Sócrates, congratulou-se com a «vitória expressiva» de Lula da Silva nas eleições presidenciais brasileiras de domingo, considerando que este segundo mandato irá contribuir para aproximar ainda mais Portugal e o Brasil, noticia a agência Lusa.
PYONGYANG, NORTH KOREA—A press release issued by the state-run Korean Central News Agency Monday confirmed that the Oct. 9 underground nuclear test in North Korea’s Yanggang province successfully exploded the communist nation’s total gross domestic product for the past four decades.
“This is a grand day for the Democratic Peoples Republic Of Korea, whose citizens have sacrificed their wages, their food, and their lives so that our great nation could test a nuclear weapon thousands of feet beneath our own soil,” read an excerpt from the statement. “Now the rest of the world must stand up and take notice that the DPRK, too, is capable of decimating years of its wealth at any given moment.”
A proposta para a criação da futura base de dados genéticos deverá ser entregue ao Governo até ao final do ano. O ministro da Justiça, Alberto Costa, afirmou [dia 26/10] que a legislação para criar uma base de dados genéticos para investigação criminal e identificação civil deverá ser aprovada durante o próximo ano.
(…)
“O estabelecimento de uma base de dados genéticos constituirá um contributo valioso para a prevenção, detecção e dissuasão de actividades criminosas”, referiu ainda o ministro, ao lembrar que o terrorismo, a criminalidade violenta e outras formas de criminalidade, por exemplo no domínio sexual, “constituem marcas negativas das sociedades contemporâneas”.
Quanto à criação da base de dados genéticos para fins de identificação civil, Alberto Costa admitiu “a ambição desse projecto”, que “exigirá gradualismo e modulação adequada”.
Para este Governo todos os portugueses são potenciais criminosos não tendo, por isso, direito a qualquer garantia de “dignidade pessoal”.
Leitura recomendada: 1984, de George Orwell.
RR:
O Ministério da Agricultura e Pescas vai vender todos os imóveis, incluindo herdades, que não são fundamentais para o desempenho das suas funções, revelou o ministro da tutela.
Ao mesmo tempo, está prevista a redução do número de funcionários do ministério. Dos 11800 funcionários públicos que ajudam a aplicar a PAC e demais políticas governamentais, deverão sair cerca de 3500, num processo que inclui a extinção e fusão de institutos e outros organismos do ministério. Entre eles, os já míticos IFADAP e INGA que se fundem no IFAP (apropriadamente, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas).
Decreto-Lei n.º 209/2006 - Lei Orgânica do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
O meu artigo publicado na passada sexta-feira, na revista Dia D, do jornal Público.
O ensino livre é o privado
Os professores fizeram greve na semana passada, em defesa dos seus interesses. As escolas fecharam e os alunos ficaram sem aulas. A paixão socialista pela educação tem os dias contados e os resultados são nulos. Se a Educação é um problema que nos persegue há anos, convém compreender o que está mal. A resposta parece-me óbvia: O se tratar de um ensino público em benefício de certos interesses privados, quando devia ser um ensino privado ao serviço do público.
Os governos criaram um sistema de ensino público constituído por escolas públicas e privadas. No entanto, o Estado impede que os alunos frequentem outra escola que não seja a da sua área de residência e impõe um programa de ensino único, não permitindo a escolha de diferentes programas. Através dos burocratas do Ministério da Educação, o Estado considera-se mais bem preparado que os pais para decidir o que os alunos devem estudar. Impõe estas condições em nome da igualdade, mas o seu interesse sempre foi bastante mais obscuro: Ele teme que os pais não incutam nos filhos o conceito de pertença ao Estado, mas antes à sua família e comunidade de vizinhança. Quando o Estado diz cuidar da educação dos seus cidadãos, é bom que tenhamos consciência que não está a brincar. É assim que, mesmo perante os mais vergonhosos resultados, com níveis de insucesso escolar assustadores, jamais algum governo teve coragem de fazer a reforma que é indispensável. Na verdade, se os alunos e o país perdem com este sistema educacional, os que dele dependem e os que ideologicamente o prezam, encontram inúmeros benefícios.
A reforma da educação nunca virá da 5 de Outubro, mas de quem mais dela precisa: dos alunos e dos pais. É deles que terá de vir a exigência do fim deste sistema viciado que impede qualquer evolução. Era a eles quem cabia marchar em Lisboa. Por escolas privadas, mas essencialmente por um ensino privado que seja escolhido por quem o paga, quem dele necessita e a quem ele deve ser dirigido. A política educativa não pode continuar a ser gerida por uma entidade central, minada por interesses corporativistas e sindicais. Deve, antes do mais, ser confiada a quem dela necessita (pais e alunos) e a quem ela se entrega, ou seja, os professores, vistos como indivíduos que são e não uma massa dirigida por uns poucos que lideram os sindicatos.
O fim do monopólio estatal na educação deve ser total. As escolas deverão ser maioritariamente privadas e os programas de ensino terem o aval dos pais, quando escolhem o estabelecimento de ensino onde inscrevem os filhos. Programas diferentes de escola para escola, numa livre concorrência e sempre salutar, porque só com ela se permite uma relação directa dos pais para com a escola. Só, através dela, se consegue que estas prestem condignamente um serviço a quem nelas deposita o futuro dos seus filhos.
Pode parecer contraditório a defesa do ensino privado, como a melhor forma de pôr fim aos benefícios de uns poucos. Sucede que essa contradição morre à partida. Ao ser afastado o dirigismo central, desaparecem os compadrios e os interesses obscuros. Não se batalha por uns poucos decretos que reconheçam direitos, mas pelo exercício digno da profissão de professor. Mais importante ainda, as novas gerações terão acesso a um melhor ensino, mais capaz e adequado às necessidade actuais. Mais livre, mais dinâmico, mais próximo e controlado por quem o usa: O cidadão comum.

Lexus RX 400h Preliminary Specifications
• Powertrain: Engine - 3.3 liter V6
o Electric motors - Permanent magnet
o Estimated total horsepower - 270
• Expected EPA emissions rating - Super Ultra Low Emission Vehicle (SULEV)
A malta cá em casa (casa mesmo) sempre teve dificuldade em perceber conceitos simples, uns científicos outros nem tanto. Parecia-nos evidente mas - das elites aos nossos companheiros, kamaradas do povo – soou como ofensa épica. Então não é que o estado, sempre tão voraz com os que não têm voz, perdoou dívidas fiscais aos Bancos? Tss, tss…
Ora bem, se o meu patrão me pagar o salário bruto e não retiver o meu IRS na fonte, acho que quem fica a devê-lo sou eu. Ou não? Parece que não. O kamarada Insurgente RAF postou uma explicação da coisa, mas como a malta cá em casa (casa mesmo) somos limitados, fizemos um desenho que está já aqui a seguir ao “ver mais”. Pensámos em fazer uma caixa de areia, mas não há espaço. (mais…)
A cada dia que passa, o Governo vai mentindo mais um bocadinho. Segundo as sondagens, há quem goste. E até agora, a única coisa que daí resultou foi o regresso de Santana Lopes às televisões, o que é tudo menos agradável para todos. Segundo o Público, Helena Roseta ponderava apresentar listas próprias aos órgãos do PS. Os militantes do PS, por sua vez, já decidiram não lhe dar grande atenção. António Vitorino afirmou que o Governo precisa de “explicar melhor” as suas políticas. Vitorino já assemelhava ao prof. Marcelo na vacuidade das suas “análises” Colou-se agora à visão “marcelista” da política como uma actividade que consiste exclusivamente de acções de propaganda. Chega tarde, pois o Governo que apoia há muito segue essa linha. Gerhard Schroeder, antigo Chanceler alemão, lançou uma autobiografia, onde afirma ser “um problema” para si ter a “impressão” de as políticas de Bush resultarem do que este último supostamente entende ser um “diálogo com Deus”. Já os abusos de poder de Vladimir Putin (segundo Schroeder, um “democrata impecável”) não o incomodam. talvez por isso o livro já lhe tenha trazido, para além de muito dinheiro, a alcunha de “Bernardino Soares da Alemanha”.
Hasta la Vista, Redmond?
À medida que se aproxima Novembro, o mundo do software aguarda com alguma expectativa a chegada do Windows Vista, o novo sistema operativo que virá substituir o anterior Windows XP, cuja edição Business começará a ser distribuída durante este mês. As suas novas possibilidades não são propriamente uma novidade uma vez que, neste processo de
desenvolvimento, a Microsoft tem colocado à disposição de testers e developers os release candidates do Vista e estes têm sido revistos e avaliados com grande frequência pelos editores de magazines de informática à medida que vão sendo actualizados. Em geral, a opinião relativamente consensual é de que se trata de um avanço significativo quando comparado com o seu antecessor, tanto a nível do desenho interno do sistema como do interface gráfico (Aero) e da interacção possibilitada com o utilizador, mas que deixa um pouco a desejar quando comparado com os seus rivais mais directos. A situação prende-se com o facto de a Microsoft se ter deixado relativamente para trás durante o período que sucedeu à publicação do XP (2001) até ao presente, enquanto os diversos sistemas baseados em kernel linux continuaram progressivamente a reformular-se, dado a sua própria natureza de constante inovação, e a Apple foi publicando anualmente versões actualizadas do seu Mac OS X, um sistema operativo baseado em Unix, cuja versão 10.5, de nome de código Leopard, será disponibilizada em 2007, assim como a maior parte das versões do Windows Vista.
Quero falar com um (ex-)progenitor cuja companheira tenha decidido abortar. Quero saber se ela o consultou ou se foi só ela a ‘decidir do seu corpo’. Quero saber se pagou o aborto, se foi clandestino ou legal, se acompanhou a companheira, se assistiu, se sentiu … o quê …
Claro que mais interessante será falar com a (ex-)progenitora para lhe perguntar coisas muito semelhantes. Porquê? Doeu? O quê? O corpo? A alma? Ambos? Quanto tempo demorou a pegar num recém nascido após o aborto? O que sentiu? O que melhorou na sua vida? O que piorou? Repetiria em iguais circunstâncias? Se o caso se colocar com uma filha sua e for chamada a opinar que fará?
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Economics for Real People
An introduction to the Austrian School Gene Callahan
Ludwig von Mises
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Com o livro Economics for Real People, Gene Callahan pretendeu criar um “guia para o leigo inteligente” que explicasse a perspectiva austríaca de ver os fenómenos económicos. O resultado é um livro muito acessível, “simples mas não simplista” (é assim que o autor caracteriza uma determinada lição de Bastiat), que aborda de uma forma fresca muitos assuntos de grande pertinência política e económica.
(mais…)
Moral eleitoral
Nos últimos Pontos de Fuga, o AMN defende que transformar o voto num dever de cidadania significa, em primeiro lugar, despi-lo da sua condição de liberdade. Aqui, “dever” corresponde ao “dever imposto por lei”, ou “obrigação legal”. Eu concordo com as conclusões do Adolfo: votar é um exercício de liberdade; deixa de o ser quando é um “dever” forçado ao indivíduo.
Relembro a velha máxima popular, de cunho estatista, “quem não vota, não se pode queixar”. Este curioso ditado, bem arreigado na mentalidade popular, parece negar, ao cidadão que guarda o seu voto, legitimidade para uma plena acção política: como que passa a ser um semicidadão. É sinistro que se possa entender que determinados direitos (de cidadania) só se adquirem pelo exercício de determinados “deveres” (votar).
(mais…)
Caros leitores:
Façam o favor de reparar que estão instaladas as funcionalidades de enviar os posts por e-mail e imprimi-los: basta olhar para os itens ao lado das “insurgências”.
Divirtam-se e é um prazer tê-los conosco.
Nenhum dinheiro do cidadão pagador de impostos foi gasto na implementação destes recursos.
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Con todo, las Naciones Unidas ya han advertido de que en el caso de que todos los países firmantes cumpliesen lo estipulado en el Protocolo, no se vería ningún efecto apreciable en el medio ambiente. Según la ONU, el efecto previsto sería una reducción de 0,07 grados centígrados de promedio en todo el planeta.
Para Gabriel Calzada la única opción viable es abandonar de inmediato el Protocolo de Kioto y “seguir el ejemplo de EEUU, que ha confiado en el mercado libre como motor de crecimiento económico que permite acumular capital e incrementar la productividad de modo que pueden adoptarse nuevas tecnologías que reducen las emisiones de CO2. De hecho, entre 1997 y 2003 EEUU aumentó sus emisiones en un 0,007 por ciento mientras que España incrementó las suyas un 24 por ciento, a pesar de los múltiples planes nacionales y de racionamiento
Estado dá 169 milhões à RTP e à Lusa em 2007
Do «bolo», a televisão pública vai receber 152 milhões de euros, IVA incluido, enquanto que a agência noticiosa, que o Estado controla com uma posição maioritária de 51,14%, recebe 17 milhões, também com IVA incluido.
“Hei-de ouvir o teu parecer
hás-de me dizer
se é cada coisa para seu lado
ou se isto anda tudo ligado.”
Sérgio Godinho
RSO:
A produção dos monovolumes da Autoeuropa poderá parar hoje, se os trabalhadores da Alcoa cumprirem a decisão tomada ontem à tarde, em plenário. A linha de produção pára pelo terceiro dia consecutivo e os trabalhadores decidiram impedir a saída de um camião com 160 cablagens, esta noite, da fábrica do Seixal. «Não temos receio de comprometer a produção de outra empresa porque é assim que e chamamos a atenção para o nosso problema», afirma Rosário Silva, coordenadora da comissão de trabalhadores (CT) da Alcoa.
(meu destaque)
SIC:
A taxa de IRC cobrada aos bancos está fixada em 25 por cento, tal como acontece para a maior parte das empresas. No entanto, a taxa de imposto realmente paga sobre os lucros é mais baixa, rondando os cerca de 15 por cento. De acordo com Teixeira dos Santos, esta taxa é baixa.
Para já, o Governo não divulga as alterações de que o IRC vai ser alvo e qual o prazo para as novas medidas.
Caro senhor Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, se está assim tão preocupado com a taxa efectiva do IRC sugiro que comece por falar com o seu colega do Ministério da Economia e os benefícios fiscais que este anda por aí a “vender”. É que aos contribuintes ele nada diz!
Esta poderá ser a melhor “arma” contra o regime norte-coreano:
Even before North Korea’s nuclear test, a small group of people was working to actively hasten the downfall of Kim Jong Il’s regime. They’re mainly North Korean defectors living in Seoul, who run a radio station broadcasting news into North Korea for an hour a day.Just eight people work for Radio Free North Korea. Six are North Korean defectors who’ve made the long and dangerous trek to freedom in South Korea. Beaming shortwave broadcasts into the North was the idea of Kim Sung-min, a former North Korean military propaganda writer.

Hoje no suplemento Dia D, do jornal Público:

Why Obama should run for president, por Newton Minow;
The Upside of Obama, por John McWhorter, e
Obama can win by losing, por Charles Krauthammer
ADENDA:
Obama in ‘08 Might Bring GOP Smiles, Peter Brown.
Tradução de Pedro Sette Câmara
non peccat, quaecumque poteste peccasse negare,
solaque famosam culpa professa facit.
(AMORES, III, xiv)
Gosto do meu trabalho e de meus filhos. Deus
é distante, difícil. Dão-se coisas.
Perto assim das antigas tinas de sangue
a inocência não é arma terrena.
Uma coisa aprendi: a não desprezar tanto
os condenados. Eles, em seu plano próprio,
têm estranha harmonia com o amor
de Deus. Já eu, no meu, festejo seu coral.
As esquerdas modernas e participativas têm destas coisas.
(Via 25 cm de neve)
O mexicano López Obrador, candidato derrotado nas recentes eleições presidenciais locais e apoiado entre nós pelo Bloco de Esquerda e PCP, revelou um certo mau-perder. Provavelmente, não gostou de ver os quase 20 pontos percentuais de vantagem nas sondagens, reduzidos a uma derrota nas urnas. Na digestão da derrota, assistiu-se a uma certa azia. Os sintomas terão tendência a agravar-se. Tudo por causa do voto popular que decidiu derrotar, por uma diferença de 10 pontos, o partido de Obrador em eleições locais, no estado de Tabasco de onde a personagem é natural. Aquele povo precisa de mais educação.
Via Economia para todos.
1 Hare Krsna Hare Krsna Krsna Krsna Hare Hare Hare Ram Hare Ram Ram Ram Hare Hare (sânscrito)
2 Aquecimento global aquecimento global aquecimento global aquecimento global aquecimento global (repúdio)
3 Mudanças climáticas mudanças climáticas mudanças climáticas mudanças climáticas mudanças climáticas (repúdio)
Repetir o segundo até à inutilidade e de seguida repetir o terceiro à exaustão. Há-de aparecer um quarto.
Nota: Ao dizer o segundo e o terceiro, cuidar do tom de voz. Repúdio, indignação, self-righteousness.
Nota 2: Com o máximo respeito por quem utiliza o primeiro.
In a sermon marking the end of Ramadan, Sheikh Taj el-Din Al Hilali told worshippers in Sydney that women who display their bodies were like “uncovered meat”. He said that women should stay hidden at home, or wear the hijab, or Islamic scarf, in public.
“If you take out uncovered meat and place it outside on the street, or in the garden or in the park … and the cats come and eat it … whose fault is it?
“The cats or the uncovered meat?”
Vá lá suas australianas amalucadas…Todas vestidas. Já para casa. Há lá muito por fazer.
Notíca Telegraph.
E num ímpeto inovador, apoiam a fuga de capitais para o estrangeiro, promovem a deslocalização das empresas, aumentando dessa forma o índice de riqueza do país.
Verifiquei com satisfação que finalmente, ao longo de muitos meses, os sindicatos acabaram por concordar de que a introdução da avaliação era necessária no novo Estatuto da Carreira Docente. Mais vale tarde que nunca.
Não houve acordo nenhum. [...] O primeiro-ministro está a mentir. [...] Fica mal a um governante com as responsabilidades de primeiro-ministro, de fazer afirmações que não são verdadeiras.
O fim do monopólio estatal na educação deve ser total. Meu artigo na revista Dia D, amanhã, com o jornal Público.
“Dicen que la mujer era foránea, que nunca la habían visto y que llegó a seducir a cuanto hombre se le ponía en frente.
(…)
Lo cierto es que cuando quedó libre, la mujer joven, de pelo teñido, tez blanca y mediana estatura, decidió empezar una rumba que duró dos días.
(…)
A esa faena le siguieron otras. En Machetá hay quienes dicen que la mujer, en las horas que siguieron, estuvo hasta con 20 hombres, la mayoría coteros y campesinos. Algunos, incluso, la fotografiaron con sus teléfonos celulares.
(…)
Y consecuencias hay más. Unos hablan de matrimonios y noviazgos que se acabaron. Felipe*, otro de los menores que confiesa haber sostenido relaciones sexuales con la desconocida, cuenta que su mejor amigo, también involucrado, tuvo que irse definitivamente del pueblo porque los comentarios lo acorralaron.”
(via El Tiempo)
Excelente artigo de Walter Williams no Washigton Times:
So let’s be honest with ourselves. Why do we choose to import cocoa, coffee and spices rather than produce them ourselves? It is cheaper to do so. That means we enjoy a higher standard of living than if we tried to produce them ourselves.
If we can enjoy, say, coffee, at a cheaper price than producing it ourselves, we have more money left over to buy other goods. That not only applies to cocoa, coffee and spices. It’s a general principle: If a good can be purchased more cheaply abroad, we enjoy a higher standard of living by trading than by producing it ourselves.
No one denies that international trade has unpleasant consequences for some workers. They have to find other jobs that might not pay as much, but should we protect those jobs through trade restrictions?
The Washington-based Institute for International Economics has assembled data that might help with the answer. Tariffs and quotas on imported sugar saved 2,261 jobs during the 1990s. As a result of those restrictions, the average household pays $21 more per year for sugar. The total cost, nationally, sums to $826,000 for each job saved. Trade restrictions on luggage saved 226 jobs and cost consumers $1.2 million in higher prices for each job saved. Restrictions on apparel and textiles saved 168,786 jobs at a cost of nearly $200,000 for each job saved.
O camarada Jerónimo de Sousa está preocupado com o caminho que Portugal vai tomando. Parece que não o deixam vender o Avante onde ele quer e que o PS e o PSD não o deixam participar na criação de leis. Apesar de tudo refere que não acredita que se esteja a caminhar para o fascismo em Portugal.
Não deixa de ser curiosa a menção que Jerónimo de Sousa faz ao fascismo, porquanto essa ideologia tem mais pontos em comum com o comunismo do que ele gostaria, ou não fosse a máxima de Mussolini Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato.

“Sarko is the provocative element,” said Kiko. “And if he is elected next year I warn you: people will be killed.”
Ao afirmar que Bush venceu, não digo que foi um sucesso total. Quando faltam dois anos para o fim do seu segundo mandato é cedo julgar este presidente. O pós-11 de Setembro foi uma incógnita e a sua política externa mais parece ter sido colada com cuspo. O certo, no entanto, é que o terrorismo não se tornou no perigo que todos receavam, mas num fenómeno com que podemos (teremos) de viver. Algo suportável. Dizer que o 11 de Setembro foi um acto de sorte, é fácil. Conseguir o que se conseguiu, é verdade que com muitos erros, já foi mais difícil e à custa de uma enorme impopularidade que Bush pareceu nunca temer. Daqui em diante, independentemente das trapalhadas cometidas, os EUA já poderão preparar-se para outros conflitos e mais alguns problemas. Desafios que já não serão de Bush, mas do próximo inquilino da Casa Branca.
Também é importante esclarecer que a vitória a que me refiro diz respeito apenas ao terrorismo. A nível interno, com o défice orçamental, no seu perigoso desprezo pelo Congresso, na centralização do poder (principalmente perigosa quando feita por um Republicano) George W. Bush só não é uma decepção maior para mim porque, em 2000, preferi John McCain.
Vêm estes esclarecimentos no seguimento dos comentários ao meu ‘post’ de ontem e à resposta do Luís Rainha.
Notícias da Intifada:
France Prepares 50,000 Riot Police for Muslim Attacks
Immigrant youths march through Paris
One year later, French ‘banlieues’ still smoulder
Sarkozy retorts that it is left-wing welfare policies of 30 years that have led to the crisis — and that a liberalised economy combined with positive discrimination is the only way to provide jobs and hope.
In the “Cite des 3000″ there is little appetite for a new flare-up of rioting to mark the October 27 anniversary — but if Sarkozy is elected that could be another matter.
“Sarko is the provocative element,” said Kiko. “And if he is elected next year I warn you: people will be killed.”
Está revelado no Times. E por cá, a situação será idêntica, particularmente entre as raparigas guineenses.
(Via Apaniguado)
… que o Ocidente deveria aprender é a seguinte: multiculturalismo é coisa que a gente só faz na casa dos outros.
Gostaria de ver uma campanha mundial exigindo liberdade religiosa na Arábia Saudita e no Sudão, por exemplo.

Duas importantes leituras, perante a possibilidade de os Democratas dominarem, a partir do dia 7 de Novembro, a Câmara dos Representantes.
Anda para aí tudo muito indignado porque os malandros dos bancos da nossa praça arredondam as taxas que cobram nos empréstimos bancários. Tenho que confessar que neste assunto me indigna mais a atitude do Banco de Portugal. Primeiro, porque tenta, desde logo, sacudir a água do capote afirmando que desconhecia que os bancos fizessem arredondamentos para o quarto de ponto percentual superior (mas andam a dormir?). Segundo, porque, qual defensor dos oprimidos, garante que irá intervir nessa matéria. Francamente, a única coisa que, enquanto consumidor de produtos e serviços bancários, gostaria que estivesse garantida é a total transparência das condições, pois com base nestas poderia escolher a que banco recorrer.
Imaginem que alguns hipermercados começavam a estabelecer todos os seus preços em múltiplos de 5 cêntimos e, pior ainda, outros o fariam em múltiplos de 10 cêntimos. Alguma vez tal justificaria a intervenção de alguma autoridade estatal ou organismo de supervisão? Parecer-me-ia ridículo que tal acontecesse.
Nada como deixar o mercado funcionar… e para quem acha que o sector bancário é um grande cartel, tentem ver o nível de spreads praticado no empréstimo à habitação há uns anos e comparem com o que acontece hoje em dia.
Em conversa, via mail, com os restantes Insurgentes, suscitou-se um assunto sobre o qual não tinha ainda reflectido e sobre o qual apenas tinha uma opinião intuitiva. Deve o voto ser obrigatório? Devem os cidadãos ser obrigados a absterem-se de se absterem? Aproveitei o facto de a questão se ter colocado para reflectir um pouco mais sobre a obrigatoriedade do voto.
Na minha opinião, o voto não é um direito concedido pelo Estado aos indivíduos, como uma espécie de permissão para participarem na coisa pública. Se assim for, ou se assim fosse, seria admissível que o mesmo Estado pudesse definir as exactas condições de exercício desse direito, impondo a sua obrigatoriedade ou elencando critérios atributivos do mesmo.
Não sendo um direito, o voto é, para mim, uma liberdade natural do indivíduo. Cada um de nós aliena, voluntária ou involuntariamente, parte das nossas liberdades num corpo intermédio que é o Estado, com o objectivo de este gerir o que as relações sociais espontâneas se manifestam incapazes de gerir. Na base desta alienação está, precisamente, a capacidade do indivíduo controlar e sindicar essa gestão. Um dos métodos de controlo da gestão pública é, precisamente, o voto. (mais…)
O corte na subida dos preços de electricidade – dos 15,7% propostos pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para os 6% prometidos pelo ministro da Economia – implicam a criação de um novo défice tarifário na ordem dos 120 milhões de euros em 2007, a somar aos 399 milhões acumulados este ano, que os consumidores serão chamados a pagar mais cedo ou mais tarde com agravamentos da factura, explicou ontem ao Diário Económico Jorge Vasconcelos, presidente da ERSE.(…)
“Serão sempre os consumidores a pagar este défice. As alternativas são começar a pagá-lo no próximo ano ou pagar mais tarde um défice ainda maior, agravado com os juros”, alerta o regulador.
ADENDA: “Crónica dos irresponsáveis” de Gabriel Silva no Blasfémias.
Assim define o novo presidente do Supremo Tribunal de Justiça os valores dos processos para cobrança de dívidas a que o sistema judicial não consegue dar andamento.
No discurso de tomada de posse, Noronha de Nascimento defendeu a necessidade de “rever completamente a política de concessão de crédito, sancionando os agentes económicos que não usam, mas abusam dos tribunais com o seu crédito mal parado”.
(…)”os tribunais só funcionarão se houver a coragem política de os limpar do ‘lixo processual’ que tudo entope”(…).
Deve o Estado omitir-se do processo de julgar as disputas contratuais, de onde resultam tais dívidas? Tal depende do valor do contrato ou da natureza das entidades envolvidas? É aceitável que venha a ser uma entidade privada com poder de coacção próprio (sem envolver polícia pública ou mais nenhum recurso à justiça estatal) a julgar e a fazer cumprir os contratos? Poderá vir essa entidade a actuar sobre a propriedade privada do devedor? E se o devedor fôr o Estado ou um agente do Estado?
Quais os políticos/partidos com coragem para discutir estas possibilidades?
As hipóteses de, no próximo dia 29 de Outubro, Luiz Inácio Lula da Silva perder as eleições para a presidência brasileira são praticamente inexistentes. Quem acredita no contrário pode ficar rico.
Dado que o voto em Geraldo Alckmin (o “mal menor” socialista) não terá qualquer efeito prático, aos liberais brasileiros resta, penso eu, optar pelo voto branco/nulo que, no “primeiro turno”, ascederam a 8.8 milhões! E só porque o voto é obrigatório…
What is the ballot? It is neither more nor less than a paper representative of the bayonet, the billy, and the bullet. It is a labor-saving device for ascertaining on which side force lies and bowing to the inevitable. The voice of the majority saves bloodshed, but it is no less the arbitrament of force than is the decree of the most absolute of despots backed by the most powerful of armies.
Benjamin R. Tucker
The media priesthood has already begun the chant: if there is something wrong with the political system, we need to go to the polls to fix the problem. (…) Don’t dare consider, of course, that there may be something fundamentally dysfunctional about the system itself. If drinking a quart of Scotch each day has given you cirrhosis of the liver, don’t bother with changing your habits, just change to another brand of Scotch!
Nos comentários a meu anterior post fui criticado por citar uma obra de ficção.
Talvez fiquem mais satisfeitos se transcrever excertos do livro “Global Warming - Myth or Reality?: The Erring Ways of Climatology” do climatologista Marcel Leroux:
To hold increasing CO2 levels responsible for all phenomena, floods, storms, droughts, heatwaves, and even freezing spells, without limit or distinction, and especially without reflection, is seriously to undervalue the dynamics of weather and climate, to reduce them to bar-room chatter. ‘It must be true’ – especially if we proclaim, in heavily scientific tones, that it’s all because the ‘greenhouse effect’! There are limits which should not be traversed, even by those trying to outdo each other: the scientists and non-scientists of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC); the press and other media; ecologists; politicians; those in government; non-governmental organizations; lobby groups; clubs; associations (too numerous to remember)… whose preoccupations are further and further removed from real climatology.
(mais…)
La participación de Corea del Sur en las sanciones contra Pyongyang podría ser considerada como una seria provocación que conduce a “una crisis de guerra” en la península coreana, según ha manifestado un portavoz norcoreano del Comité para la Reunificación Pacífica de la Patria , a la agencia oficial de noticias KCNA.
Eloquente, a forma de negociar dos anti-capitalistas primários da península coreana.
AIP quer que Governo promova debate sobre energia nuclear
E o que é que impede a AIP de tomar a iniciativa? Ou estão à espera de um subsídio?
Em relação a este novo “Plano”, o Governo conseguiu a colaboração da Associação Industrial Portuguesa:
A Associação Industrial Portuguesa (AIP) considera desejável que as empresas deixem de empregar jovens entre os 15 e os 24 anos, que não tenham, pelo menos, o 9º ano de escolaridade.
Face ao elevado nível de abandono escolar e à baixa escolaridade dos trabalhadores portugueses, a entidade liderada por Rocha de Matos faz um apelo aos próprios empregadores seus associados, dizendo que «a responsabilidade social empresarial que a AIP defende aponta para que se deva caminhar para um processo conducente à não admissão nas empresas de jovens nesta situação».
A AIP não considera o facto das empresas poderem ser a melhor, mais eficiente e, talvez, a única forma de aprendizagem para muitos jovens com insucesso escolar. Além de lhes garantir um meio de subsistência!
Uma definição de Paulo Soares de Pinho:
Economicista [ikónumi’siStá] adj. e subst. Pessoa que procura optimizar a utilização dos recursos humanos e materiais sob sua gestão, combatendo o desperdício, mesmo que isso implique a irritação de poderosos grupos de pressão organizados com capacidade de ‘lobby’ político e mediático. Trata-se de alguém cuja elevada consciência social a leva a defender o interesse colectivo da comunidade contra os interesses de minorias que se consideram detentoras de privilégios irreversíveis que o resto da sociedade tem de suportar através de maiores impostos ou menores benefícios sociais.
(…)
Contribuinte que tendo a noção de que o dinheiro do Estado é o que resulta dos impostos pagos por todos, e que lembrando-se do tempo em que a taxa do IVA era de 16%, manifesta a sua indignação quando vê alguém a defender o aumento da despesa pública porque se imagina a, nos próximos anos, ter de pagar IVA a 23%.
[no Diário Económico; via Blasfémias]
De saída do Público, José Milhazes anuncia para o final do mês o fim do seu excelente blog Da Rússia.
Faço votos para que, mesmo num formato diferente, consiga arranjar forma de continuar.

Bush venceu
Na edição de Setembro da revista The Atlantic Monthly, o jornalista James Fallows, num artigo de enorme coragem, defendeu que os EUA teriam ganho a guerra contra o terrorismo e que seria agora hora de declarar vitória. A vantagem estaria no esvaziar do conflito e consequente canalização das atenções para outros pontos estratégicos mais importantes, como a China, a Rússia e já agora, África e América Latina. Sendo a grande potência mundial que é, os EUA têm interesses em todo o planeta e não podem correr o risco de gastar as suas energias apenas no Médio Oriente.
Na madrugada do passado dia 9 de Outubro, a Coreia do Norte juntou-se ao pequeno grupo detentor de armas nucleares. A preocupação foi mundial e todos se viraram para os EUA. Uns a apontar os erros de Bush, outros a exigir-lhe acção. O engano é geral, porque nem o presidente norte-americano se enganou, nem sequer cabe aos EUA fazer o quer que seja. O episódio norte-coreano, além de não revelar estarem erradas as políticas do presidente Bush, acentuará a atitude de distanciamento da administração norte-americana relativamente a este país comunista. No entanto, podemos arriscar que a experiência nuclear da Coreia do Norte acabará por ter um efeito a um